Os últimos dias ficam marcados por reações às palavras de Pedro Passos Coelho...
Aqui vão elas:
João Vieira Pereira, diretor do Expresso, na edição do Expresso de 27 de fevereiro, logo no Editorial começa por afirmar que “O sebastianismo do qual sofremos como nação puxa-nos para baixo. Como se vivêssemos num eterno suspiro. Não é que queiramos voltar à glória do que fomos num passado de que nem sequer nos lembramos, mas escolhemos viver a pensar no que poderíamos ser, caso... Como se o conforto do abraço de uma realidade alternativa, de um sonho, fosse sempre melhor do que o que temos agora. Isso coloca-nos num estado de permanente insatisfação, que nos entorpece e condiciona a capacidade de agir. Recusamo-nos a aceitar a realidade, e essa recusa imobiliza-nos.”
Não concordo com muito do que diz de seguida... mas a verdade é que Passos Coelho continua presente, marca, incomoda... dita o ritmo!...
Para além João Vieira Pereira, e da parafernália de comentadeiros que dissertaram sobre este tema e sobre as suas palavras, neste mesmo dia, o mesmo Jornal Expresso publica o seu podcast "Antes pelo contrário" no qual Pedro Delgado Alves (que gosto de ouvir, mesmo não concordando) e José Eduardo Martins (que gosto de ouvir e com quem concordo a maior parte das vezes e recordo bem a sua [o]posição a algumas das decisões de Passos) gastam 2/3 do seu tempo a ruminar a mais recente intervenção de Passos Coelho... concordando que Passos Coelho "existe por si" e só se fala "do que ele diz", e que "personagens menores da direita, como Ventura e Cotrim [não concordo com a referência a Cotrim], desaparecem do mapa" quando ele fala.
Não sou sebastionista… sou Passista!...
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