“Eu sonhei um sonho triste:
Vi-te morta num caixão!...
E o meu pobre coração
Sempre a amar-te, inda insiste:
— Ó morte, que ingratidão! ó morte, foge, desiste
Ó morte, não leves... não!
Acordei, fiquei contente, Tão alegre, imensamente
Acordei, fiquei contente, Tão alegre, imensamente
Vi-te sorrir a meu lado!
— Este sonho tão ingrato
Não o conto p'ra recato
De nunca mais ser lembrado.”
Só que não… não foi um sonho!…
— Este sonho tão ingrato
Não o conto p'ra recato
De nunca mais ser lembrado.”
Só que não… não foi um sonho!…
(*) António Mimoso, in Alma Portuguesa (versos inéditos)
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