quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

A morte (in)digna


Os tempos novos em que vivemos mostram-nos uma triste realidade: assistimos à defesa de uma morte digna como solução para a dureza da vida.

A morte sempre, é e será o culminar da vida. Ninguém morre sem nascer e todo aquele que nasce um dia terá que morrer...

O debate em torno da morte (in)digna que nos prometem apresenta-se-nos como uma demissão do Estado e uma desresponsabilização da sociedade no seu todo na forma de ajudar os que sofrem.

Não me canso de o dizer: estamos a chegar a um estado em que a única coisa que o Estado tem para nos oferecer será a morte (in)digna... triste estado para onde caminhamos.

É muito triste pensar que há uma Lei, aprovada por UNANIMIDADE, a Lei de Bases dos Cuidados Paliativos, na qual todos os parlamentares se empenharam e que ainda não saiu do papel...

É muito triste pensar 

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