sexta-feira, 31 de outubro de 2025

Dom Gérard Marie Lafond - fundador da Militia Sanctæ Mariæ



Dom Gérard Marie Lafond nasceu a 30 de Setembro de 1926 e fez os seus estudos secundários no Liceu de Rouen (França).

Em 1945, com um grupo de jovens amigos e o apoio do Dom Abade do mosteiro de S. Wandrille (Normandia – França), funda a MILITIA SANCTÆ MARIÆ - cavaleiros de Nossa Senhora, com um carisma fortemente mariano, beneditino-bernardiano e cavaleiresco.

Em 1948 entra no mosteiro de S. Wandrille e faz a sua profissão monástica em 25 de Março (Dia da Anunciação) de 1950 e, a 25 de Julho (dia de S. Tiago) de 1955, foi ordenado Sacerdote.

Em 1959 acaba o Mestrado em Teologia (Instituto Católico de Paris) e o de Sagrada Escritura, em 1965 (Instituto Bíblico de Roma). Foi professor, no seu mosteiro, dos jovens monges de Sagrada Escritura e acumulou as funções de Bibliotecário. Simultaneamente dirigiu um círculo bíblico para leigos, orientou retiros e fez inúmeras conferências.

No dia 24 de Dezembro de 1969, a seu pedido, o Bispo de Chartres, Dom Roger Michon, reconhece canonicamente a MSM na cripta da catedral dedicada a Nossa Senhora.

Em Dezembro de 1985 foi nomeado Prior Administrador do mosteiro de S. Paulo de Wisques e, em 1988, foi eleito seu Abade, serviço de que resignou em 3 de Fevereiro de 2005.

Entretanto, em 1997, com um grupo de cientistas, artistas e outros intelectuais, e em articulação com o Conselho Pontifício para a Cultura, funda o Projeto Novo Olhar, do qual saiu o livro L’Éveil du Regard.

Sempre que os seus inúmeros afazeres o permitiam, tomava parte nos Capítulos da MSM, de que era seu “Pai espiritual” e Fundador. Em 1995, pela última vez, participa, em Agosto, na casa que ajudou a criar - a Comendadoria da Imaculada (perto de Chartres) - onde leu e entregou aos cavaleiros de Nossa Senhora o que se pode chamar o seu “Testamento Espiritual”.

Dom Lafond deixou inúmeros artigos de formação para os cavaleiros de Nossa Senhora, seus filhos espirituais, além da Regra, seu verdadeiro directório espiritual, e a Liturgia das Horas para estes, já segundo as diretivas decorrentes do II Concílio do Vaticano.

Partiu para a casa do Pai no seu mosteiro de S. Paulo de Wisques a 31 de Outubro de 2010.

Convidam-se os nossos Irmãos e Amigos a rezar por este grande Monge, Dom Abade e Fundador da MSM.

P. N. + A. M. + Gloria

sábado, 25 de outubro de 2025

É possível fazer mais e melhor por Ponte de Lima! - Intervenção na sessão de instalação da AM de Ponte de Lima (25Out2025)

Assembleia Municipal de Ponte de Lima

Reunião de Instalação – mandato 2025-2029 

 

Exmo senhor Presidente da Assembleia Municipal de Ponte de Lima, 

Exmos senhores Secretários da Mesa da Assembleia, 

Exmos senhores membros da AM e senhores Presidentes de JF,

Exmo senhor Presidente da Câmara Municipal de Ponte de Lima, 

Exmos senhores Vereadores, 

Exmos senhores convidados, 

 

Minhas senhoras e meus senhores, 

Assumir o lugar que hoje ocupo é, para mim, motivo de grande honra e traz consigo um profundo sentido de responsabilidade. Aceito sem hesitação o resultado das eleições autárquicas realizadas no passado dia 12 de outubro, respeitando a vontade expressa pelo povo de Ponte de Lima.

Estou convicto de que todos aqueles que são escolhidos democraticamente para representar a sua comunidade devem fazê-lo com dedicação total. É fundamental que defendam a sua terra com integridade, agindo de acordo com a sua consciência e com elevado sentido de responsabilidade. Essa missão exige firmeza e convicção nos objetivos traçados, sem jamais ceder a pressões externas, interesses particulares ou promessas ilusórias que não tragam benefícios concretos à população.

Com estes princípios em mente, aceitei liderar a candidatura do PPD/PSD à Assembleia Municipal. Fi-lo com o propósito claro de defender aquelas que acreditamos serem as melhores propostas para o desenvolvimento do nosso concelho e para o bem-estar das suas gentes.

Inicio esta intervenção expressando o meu sincero agradecimento a todos aqueles que, ao longo dos últimos quatro anos, serviram nesta Assembleia Municipal e nas Assembleias e Juntas de Freguesia do nosso concelho. Seja nos executivos, seja na oposição, muitos concluíram ou estão prestes a concluir as suas funções. Reconheço e valorizo profundamente o empenho e o trabalho dedicado de cada um. A todos, deixo o meu muito obrigado pela dedicação prestada em prol da nossa comunidade.

De igual modo, cumprimento calorosamente todos aqueles que agora iniciam ou retomam as suas funções nestes órgãos autárquicos. Faço votos de que o percurso que agora se inicia, ou se prolonga, seja marcado por um trabalho persistente e benéfico, sempre orientado pela defesa do melhor interesse de Ponte de Lima e de todos os seus habitantes.

É possível fazer mais e melhor por Ponte de Lima! Esta convicção não é apenas um objetivo, mas um compromisso que assumo perante todos os limianos. Acreditamos que cada ação, cada decisão e cada esforço devem ser orientados para o progresso do nosso concelho e para a melhoria da qualidade de vida de todos os seus habitantes.

Gostaria de prestar uma sentida homenagem a Francisco Pinto Balsemão, fundador e militante n.º 1 do PPD/PSD, recentemente falecido. Num momento como este, é justo e devido que esta e todas as Assembleias Municipais dediquem, pelo menos, um voto de pesar e um minuto de silêncio em sua memória, reconhecendo o seu papel fundamental na construção da democracia em Portugal.

A este respeito recordo palavras suas proferidas apenas cinco dias depois da Revolução de Abril: “A democracia não se prepara num laboratório, a democracia pratica-se.” Esta afirmação sublinha a importância da participação ativa, do envolvimento cívico e da responsabilidade de cada um de nós em tornar a democracia uma realidade vivida, todos os dias, nas nossas instituições e na nossa comunidade.

A realidade mostra-nos que apesar de vivermos sob o signo da democracia, persistem práticas que a contradizem profundamente. O caciquismo, as pressões, as ameaças de “fecho de torneiras” e até os ataques pessoais são atitudes que não se coadunam com o espírito democrático. A ausência de respostas a questões pertinentes colocadas tanto por eleitos quanto por munícipes, mesmo neste espaço que deveria ser o verdadeiro palco da Democracia, revela que, em Ponte de Lima, ainda não atingimos uma Democracia plena. Estes comportamentos obscurecem a transparência e impedem o debate aberto e construtivo, indispensável à vitalidade democrática.

É certo que os eleitores exerceram o seu direito de voto, expressando a sua vontade. Importa sublinhar que para a nossa candidatura, que ficou em segundo lugar, o crescimento registado representa não apenas um voto de confiança, mas também uma exigência acrescida. Cada voto recebido é um compromisso assumido. Assim, tudo faremos para não defraudar as expectativas de todos aqueles que acreditam num projeto alternativo, construtivo e rigoroso para o nosso concelho. Esta responsabilidade será honrada com trabalho, transparência e dedicação.

Ponte de Lima, como todos bem sabemos, enfrenta vários problemas cuja resolução tem sido constantemente adiada. Entre eles destacam-se o Plano Diretor Municipal (PDM), a insuficiência de saneamento básico, as limitações nos transportes, a gestão das florestas e a preservação do nosso rio.

Como podemos ficar satisfeitos com um 124.º lugar no Ranking de Competitividade Municipal lançado pelo Instituto Mais Liberdade, um índice que compara a atratividade e qualidade de serviços e infraestruturas dos 186 municípios que têm mais de 10 mil habitantes em Portugal?

Como podemos ficar satisfeitos quando, por exemplo, o Diagnóstico Social do Concelho de Ponte de Lima aprovado em 2024, promovido pela Câmara Municipal de Ponte de Lima em colaboração com a Rede Social de Ponte de Lima nos diz que as nossas famílias têm baixa capacidade financeira e que têm dificuldades de conciliação da vida pessoal, familiar e profissional?; ou ainda com o isolamento dos nossos idosos e com a dificuldade de acesso a respostas sociais adequadas às suas necessidades?; ou com as insuficientes respostas para as necessidades relacionadas com a saúde, nomeadamente consultas de especialidade, a falta de respostas de saúde mental e dependências?; ou ainda a insuficiente resposta ao nível dos transportes públicos, com horários e trajetos completamente desfasados das nossas reais necessidades; como podemos ficar satisfeitos quando verificamos neste mesmo documento que em Ponte de Lima há 318,4 habitantes por médico (muito acima da média nacional, 172,9) e que em média, os residentes de Ponte de Lima ganhavam cerca de 994,66€/mês quando a média nacional se cifrava nos 1289,50€/mês; e, finalmente, como podemos ficar satisfeitos quando vemos que a cada ano perdemos população e que as nossas freguesias ficam cada vez mais despovoadas?

A resposta a tudo isto e muito mais que poderia ser dito não se pode ficar por rotundas, estradas, jardins e pedra nos centros cívicos; é necessário tornar Ponte de Lima um concelho atrativo e competitivo, um concelho amigo das suas gentes.

Estou certo de que se tivesse prevalecido um verdadeiro espírito democrático e se as oposições tivessem sido devidamente ouvidas, alguns destes problemas poderiam ter sido minimizados. Porém, a inexistência de um diálogo aberto e construtivo com a oposição privou o Executivo Municipal e mesmo esta Assembleia de contributos relevantes o que, em nosso entendimento comprometeu a qualidade das decisões tomadas e das respostas dadas aos desafios locais.

O Senhor Presidente da Assembleia, na sua intervenção aquando da sua primeira tomada de posse realizada há pouco mais de quatro anos, trouxe à luz uma questão essencial para o correto funcionamento das Assembleias Municipais: a necessidade de conferir maior dignidade a este órgão. Sublinhou, de forma clara, as dificuldades enfrentadas pelos seus membros no sistema atualmente em vigor, nomeadamente o pouco tempo disponível para analisar e fiscalizar documentos muitas vezes de grande volume, de grande capacidade técnica, preparados durante meses por técnicos.

De acordo com as suas palavras, não é razoável exigir aos eleitos que, em apenas cinco dias úteis, realizem uma análise crítica e informada de tais documentos. Esta limitação de tempo, associada à insuficiência de apoio técnico, conduz inevitavelmente ao silêncio de muitos membros, não por falta de interesse ou sentido de responsabilidade, mas devido à impossibilidade de um exame aprofundado e à ausência dos recursos necessários para o efeito.

Ao longo dos últimos quatro anos, esta realidade manteve-se inalterada. O que se ouviu, ou melhor, o que não se ouviu, foi precisamente a ausência de participação ativa de muitos membros da Assembleia, reflexo direto das dificuldades anteriormente identificadas e jamais superadas.

Perante este cenário, impõe-se uma questão pertinente: que medidas foram, de facto, implementadas ao longo destes quatro anos para corrigir e superar os obstáculos à fiscalização dos documentos e para dignificar o papel da Assembleia Municipal? Esta interrogação permanece atual e relevante, exigindo reflexão e resposta por parte dos órgãos competentes.

É fundamental que, no novo mandato, a democracia e o respeito pelo estatuto da oposição se afirmem como realidades em Ponte de Lima. Da parte do grupo parlamentar do PPD/PSD, fica o compromisso de exercer uma oposição construtiva: apoiar-se-á tudo aquilo que seja benéfico para o concelho e para a sua população, e opor-se-á a tudo o que não se coadune com o melhor interesse dos limianos.

O lema de campanha adotado pela nossa candidatura — “SOMOS PONTE DE LIMA”… sim, todos SOMOS PONTE DE LIMA — reflete o espírito de união e pertença que se pretende incutir na comunidade. Este slogan expressa o entendimento de que todos, independentemente das suas diferenças, têm um papel essencial na construção do futuro do concelho.

Os limianos não pedem, exigem que cada um de nós assuma a responsabilidade de ser parte ativa deste projeto coletivo. É uma chamada à participação, ao envolvimento e ao compromisso de todos para transformar Ponte de Lima, a Nossa Terra, num lugar cada vez melhor para viver, trabalhar e criar novas oportunidades para as gerações futuras.

Desejo um bom trabalho a todos…







sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Porque voto PSD?



A decisão de votar num determinado partido político é sempre pessoal e resulta de uma análise ponderada de valores, propostas e histórico de atuação. No meu caso, o voto no Partido Social Democrata (PSD) é sustentado por diversos fatores que considero fundamentais para o futuro de Ponte de Lima.
O PSD tem um historial de responsabilidade na gestão das finanças públicas, promovendo políticas económicas que visam o equilíbrio orçamental e a sustentabilidade do Estado, e tudo isto acompanhado de políticas reformistas.
 
Acredito que esta postura é essencial para garantir a confiança dos investidores, o crescimento económico e a criação de emprego, fatores cruciais para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos.

Em Ponte de Lima, durante 50 anos, o PSD sempre foi um partido responsável. Durante 50 anos, fomos oposição construtiva. Durante 50 anos sempre defendemos o melhor para Ponte de Lima e para as suas gentes.

Nas eleições do próximo domingo, 12 de outubro, voto PSD porque, para além de considerar ser necessário acabar com a política de continuidade que nos trouxe até aqui, acredito que o PSD é o partido que melhor concilia responsabilidade económica, justiça social e compromisso com o futuro de Ponte de Lima.

Mas, acima de tudo, voto PSD porque acredito nas pessoas do PSD e nas suas propostas… acredito no José Nuno Vieira de Araújo, na sua equipa, nos elementos que constituem a candidatura à Assembleia Municipal por mim encabeçada e nas 20 candidaturas as nossas Freguesias…

Por si, por nós, vote PSD!

quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Discurso de despedida da Junta de Freguesia e apresentação de candidatura à Assembleia Municipal de Ponte de Lima - 09Out2025

Meus caros amigos, boa noite...

Começo esta minha pequena intervenção com um agradecimento pela vossa presença neste nosso encontro... muito obrigado

E, na pessoa da minha filha, pelas razões obvias que todos conhecem, cumprimento todos e cada um de vós...

Cumprimentos ainda de forma particular aqueles com quem tenho palmilhado grande parte do caminho que me trouxe até aqui...

Vitor Cunha, Bruno Gonçalves, Diogo Puga, Marinho Reis, Pedro Santos, Dulce Guerreiro, Rute Calheiros, Carla Reis, Ricardo Mimoso, Daniela Sousa, Clarisse Pereira e Filipe Reis... Manuel Loureiro

Caro mandatário da nossa candidatura, Manuel Trigueiro, na sua pessoa e no nosso cabeça de lista à CM, José Nuno Vieira de Araújo, cumprimento todos os membros das nossas candidaturas às eleições de domingo que se apressa a chegar...

Francisco Sá Carneiro disse um dia: "Propomo-nos a construir, não uma simples democracia formal, mas sim uma autêntica democracia política, económica, social e cultural. Primeiro Portugal, depois o partido, por fim, a circunstância pessoal de cada um de nós!"

Perguntar-se-ão acerca da razão de utilizar esta frase para com ela iniciar esta minha alocução.

A resposta é simples: faço-o porque considero que esta frase resume, no essencial, tudo aquilo que deve ser a nossa forma de ser, a nossa forma de estar, a nossa forma de atuar na sociedade.

O meu partido, nas ruas e nos caminhos da Nossa Terra, na Junta de Freguesia, na Assembleia Municipal enquanto membro por inerência decorrente da minha condição de Presidente de Junta de Freguesia, na relação com a Câmara Municipal ou com outras entidades, foi, sempre, a Freguesia de Rebordões-Souto. 

Tal como já tive oportunidade de algumas vezes referir, foi nessa condição que me encontrei e foi, sempre, nessa condição que usei da palavra e exerci o meu direito de voto.

O meu propósito sempre foi defender aquilo que julguei melhor para a Minha Terra, nunca esquecendo que Rebordões-Souto pertence a um todo que é Ponte de Lima e que a todos nos enche de orgulho. 

Passados que estão 12 anos, afirmo que é com um misto de gratidão, orgulho e emoção que me dirijo a vós neste momento. Após estes anos dedicados ao serviço da nossa Junta de Freguesia em particular e do concelho como um todo, chegou agora o momento de me despedir das funções que abracei com empenho, dedicação e sentido de responsabilidade.

Agradeço, em primeiro lugar, a confiança que sempre depositaram em mim e na minha equipa. 

Cada desafio que enfrentámos juntos, cada conquista alcançada e cada obstáculo superado só foi possível graças ao vosso apoio, colaboração e espírito de comunidade. 

Nem tudo correu como devia... não fizemos tudo aquilo a que nos propusemos e muito menos aquilo que entendíamos dever fazer... não fizemos tudo certo, mas a verdade é que só não erra quem nada faz!!!

A despedida destas funções não representa um adeus. Representa uma passagem para uma nova etapa de serviço público. Continuarei na Assembleia de Freguesia... participarei nas reuniões públicas do executivo... erstarei disponível para aquilo que entendam ser útil.

É com sentido de missão renovado que venho hoje apresentar-vos a minha candidatura à Assembleia Municipal de Ponte de Lima 

Sinto-me preparado para abraçar este novo desafio, ciente da responsabilidade que representa e motivado pelo desejo de elevar ainda mais a nossa terra no contexto do concelho. Levo comigo a experiência adquirida na Junta de Freguesia, o conhecimento profundo das necessidades locais e a vontade de contribuir para decisões que beneficiem todo o município.

Comprometo-me a continuar a defender os interesses da freguesia e de Ponte de Lima, a ouvir as vossas preocupações e a lutar por soluções que promovam o desenvolvimento sustentável, o bem-estar social e a valorização da nossa identidade limiana. Quero ser a voz ativa e comprometida de todos vós na Assembleia Municipal, colocando sempre em primeiro lugar as pessoas e a qualidade de vida da nossa terra.

E, deixem-me que vos diga apenas mais uma coisa: a volta que temos dado pelo nosso concelho (e aproveito esta oportunidade para vos dizer que durante este mandato do José Nuno tivemos a oportunidade de percorrer todas as freguesias deste nosso concelho e de falar com muita gente) permite-me afirmar com segurança o que vou dizer: 50 anos do mesmo partido no poder teve uma consequência: SURDEZ... não se ouve aquilo que os outros vão dizendo... arrogam-se do estatuto de “NÓS É QUE ESTAMOS CERTOS... TODOS OS OUTROS ESTÃO ERRADOS... NADA DO QUE OS OUTROS DIZEM ESTÁ CERTO”

Conto com o vosso apoio nesta nova etapa e prometo não defraudar a confiança que depositarem em mim. Juntos, continuaremos a construir um futuro melhor para todos.

Muito obrigado.